Se o seu escritório de advocacia está no Simples Nacional, tem um detalhe no fechamento do mês que costuma passar batido e gerar confusão:  o que fazer com os honorários sucumbenciais?

Muitos profissionais ainda ficam na dúvida se a sucumbência deve ou não entrar no faturamento da empresa e como essa declaração deve ser feita.

Para ajudar você a pagar menos impostos de forma totalmente legal, a Pejota separou o que você realmente precisa saber sobre o assunto.

O que a Receita Federal diz sobre os honorários sucumbenciais?

Para o fisco: honorários sucumbenciais são considerados receita bruta do escritório.

A lógica da Receita é simples: se o valor veio do seu trabalho e da atuação da sua Sociedade de Advogados, ele precisa ser tributado dentro do CNPJ. Isso significa que esse dinheiro entra direto no cálculo do seu documento de arrecadação do Simples Nacional, o DAS. 

Como funciona o Anexo IV?

A advocacia se encaixa no Anexo IV,  Simples Nacional. Na prática, isso traz duas regras bem claras para a sua rotina:

Quais os riscos fiscais de ignorar a tributação das sucumbências? 

Tratar os honorários de sucumbência como ganho de pessoa física quando a ação corre sob o CNPJ do escritório ou omitir esses valores da declaração da empresa, é um erro grave.

As consequências: 

Multas e penalidades: a Receita possui sistemas de cruzamento de dados altamente eficazes. Deixar de emitir nota ou não declarar a sucumbência pode gerar notificações fiscais e multas.

Complicações com o fisco: processos de fiscalização podem travar as certidões negativas do seu escritório, impedindo a participação em licitações ou a contratação com grandes clientes

Bitributação: tentar tributar a sucumbência na pessoa física, onde a alíquota do Imposto de renda pode chegar a 27,5%, costuma ser muito mais caro do que pagar o imposto via pessoa jurídica no Simples Nacional.

Qual o melhor caminho para regularizar as sucumbências do meu escritório? 

Para não ter dor de cabeça com o Leão e ainda garantir que você não está pagando imposto à toa, o segredo é organização e ter os parceiros certos. Dá uma olhada no caminho ideal:

Se você é advogado, migrar para uma Sociedade Unipessoal de Advocacia e se tornar PJ costuma ser o jeito mais inteligente de pagar menos impostos. Com essa opção, você consegue reduzir a carga tributária, geralmente pelo Simples Nacional. Mesmo que seus ganhos variem, manter um CNPJ organizado quase sempre sai mais em conta do que pagar o IRPF como autônomo, principalmente conforme o seu faturamento cresce.

Transforme seu escritório em uma máquina de sucesso! Baixe o kit  Exclusivo para Advogados

Dica da Pejota:

A maioria dos escritórios que atendemos com essa dúvida descobriu que a mudança de enquadramento tributário pagou os custos de toda a nossa consultoria contábil no primeiro semestre de operação. 

Não deixe para organizar suas finanças apenas no período da Declaração Anual. A contabilidade especializada é o que separa um escritório amador de uma empresa lucrativa. Quer saber exatamente quanto você economizaria migrando para uma Sociedade Unipessoal? Entre em contato com a gente!

Gostou deste artigo? Então, compartilhe com seus colegas. Siga a Pejota em nossas redes sociais: InstagramFacebookYouTube e LinkedIn.